terça-feira, 14 de abril de 2009

Ouvi dizer...

A cidade está deserta,
E alguém escreveu o teu nome em toda a parte:
Nas casas, nos carros, nas pontes, nas ruas.

Em todo o lado essa palavra
Repetida ao expoente da loucura!
Ora amarga! Ora doce!


Para nos lembrar que o amor é uma doença,










Quando nele julgamos ver a nossa cura!














Fiz neste post uma coisa que ainda não tinha feito até agora...Publicar algo que não foi escrito por mim. Bom, há uma primeira vez para tudo =D
É provável que reconheçam o poema. É a parte final da música Ouvi Dizer dos grandiosos Ornatos Violeta.

Tive de colocar estes versos aqui, porque, apesar de serem simples, têm um poder enorme! Cada vez que os ouço na música tenho um arrepio na espinha...

Talvez se repita a experiência de aqui colocar obras de outros autores. A ver vamos :P!

Traço

Entre tantas palavras que se escrevem,
Nas linhas que se traçam,
Onde se traçam todas as paisagens da Imaginação,
Reside um mundo demasiado vasto para ser posto em palavras.

Valerá a pena perdermo-nos nesse Mundo?

Será ele a cura ou a doença?

Lembrança

Pois bem, é tempo de lembrar,
Que não há nada para além da ternura do meu ser.

Não sei se hei-de voltar atrás,
Mas recordo agora que o Passado já não me satisfaz.
E então, parto louco, estrada fora, vidro aberto, para deixar entrar a luz.
Que reluz e me seduz num portento negro e novo de magia.

Não travo agora, não, não travo mais, até bater no infinito.

Deixei de estar, aluguei o meu corpo à minha mente,
A fuga ao meu pensar.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Fumo

Pó e fumo branco do meu ser,
Julgo da Imaginação e Poeta.